No sábado compensei o sono que estava atrasado desde a quinta-feira, quando fui à festa do Multiesporte. Nem pensei em acordar cedo para correr, como sempre faço.Saí à tardinha para treinar e resolvi incluir no treino uma leve depressão que existe no local de treino. Foi bom ter incluído a depressão na corrida, mas tirando isso, o que mais valeu a pena neste treino foi a conclusão de que o tênis que usei deve ir para a aposentadoria compulsória. Já!Sentia os calcanhares totalmente desprotegidos. O amortecedor do tênis não presta mais! Só vai servir para levantar peso e ir no clube nadar.Hoje aconteceu uma história comigo que tenho certeza que é familiar para os meus colegas blogueiros. Há umas semanas atrás um leitor do blog que eu não conhecia me convidou para treinar, pois mora em Pelotas também. Pela manhã, passei na casa dele e saímos para pedalar 20km e corremos 5km, encarando o tempo ventoso, como na foto de cima, pensando no triathlon no final de janeiro. Pablo, o nome dele, viu o triathlon do SESC do ano passado, se apaixonou pelo esporte, largou o cigarro e a bebida e está treinando forte para a etapa de 2009. Ele já tem um blog também. Boa sorte para nós!
domingo, 14 de dezembro de 2008
O longão do findi
No sábado compensei o sono que estava atrasado desde a quinta-feira, quando fui à festa do Multiesporte. Nem pensei em acordar cedo para correr, como sempre faço.Saí à tardinha para treinar e resolvi incluir no treino uma leve depressão que existe no local de treino. Foi bom ter incluído a depressão na corrida, mas tirando isso, o que mais valeu a pena neste treino foi a conclusão de que o tênis que usei deve ir para a aposentadoria compulsória. Já!Sentia os calcanhares totalmente desprotegidos. O amortecedor do tênis não presta mais! Só vai servir para levantar peso e ir no clube nadar.Hoje aconteceu uma história comigo que tenho certeza que é familiar para os meus colegas blogueiros. Há umas semanas atrás um leitor do blog que eu não conhecia me convidou para treinar, pois mora em Pelotas também. Pela manhã, passei na casa dele e saímos para pedalar 20km e corremos 5km, encarando o tempo ventoso, como na foto de cima, pensando no triathlon no final de janeiro. Pablo, o nome dele, viu o triathlon do SESC do ano passado, se apaixonou pelo esporte, largou o cigarro e a bebida e está treinando forte para a etapa de 2009. Ele já tem um blog também. Boa sorte para nós!
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Missão cumprida
Ontem treinei natação no clube às 7:00, trabalhei, estudei na parte da parte, à tardinha corri 10k, em 50 m. 02 seg. e depois fui à academia levantar peso.
Na academia, depois da série de exercícios, vi que o relógio marcava 20:30, alonguei e fui correndo para casa me arrumar para a festa dos destaques dos esportes do ano, marcada para as 21 horas.
Cheguei na festa e logo na entrada, vi duas minas maravilhosas, oferecendo alguma coisa para os convidados, e ao passar, uma delas perguntou, com a cerimônia de um funcionário de repartição pública: "o senhor aceita uma taça de champagne Salton?". Quase que perdi a vontade, mas como era grátis...
Meio sem jeito, lutando contra a timidez, com a taça de champagne Salton, entrei no salão do clube, que é muito grande e demorei bastante até achar a mesa dos colegas da equipe de natação.
A festa era muito rica em merchandising (acho que é assim que se escreve), pois até um Citroen C3 estava em exposição na entrada. Havia também uma bóia, uma bike indoor e outras bugigangas, que acho que ninguém ligava. Com exceção do C3, óbvio!
O banner do fundo da festa tinha dúzias de empresas patrocinando. É o tipo de negócio que para quem é festeiro rende um bom dinheiro, levando-se em conta o número de patrocinadores. Imagina, o sujeito promove a festa, se diverte e ganha dinheiro!
Logo começou a cerimônia. Havia prêmios para esporte de tudo quanto era gosto. Desde o destaque "arrancadão de tração dianteira" para todo magrão que gosta de turbinar a caranga; passando pelo destaque da pesca, para os mais sossegados; e destaque jogo de damas para os velhinhos da praça da prefeitura.
Não demorou muito para a minha colega da natação receber o prêmio. Merecido por sinal! Trata-se de uma mãe de dois filhos adolescentes, profissional autônoma e influenciada pela filhota que estuda educação física, passou a nadar, primeiro por brincadeira e depois arranjou tempo para treinar sério e virar uma nadadora de elite! Falei pro filho dela: tens uma supermãe!
Depois, os discursos tomaram um rumo do tipo: "fulano foi...", "beltrano era...", "na década de 60 ciclano foi...", "agora o prêmio vai ser entregue pelo ex-jogador...".
Assim, eu não conseguia mais controlar o sono. Nem conseguia disfarçar. Acho que quando estou parado sem trabalhar, estudar ou treinar meu cérebro ordena meu corpo dormir. É como o modo standby do meu computador!
Lá pelas tantas, eu ouvia o promoter da festa dizer "obrigado", "obrigado pessoal" e achava que a festa estava terminando, mas não, era para dispensar os homenageados e chamar os próximos...
Perto das 2 horas, vi o pessoal da mesa se levantar, tiramos fotos, nos despedimos e foi a hora de ir embora.
Felizmente, caia uma chuva enquanto eu caminhava para o carro, o que me deu mais vigor para dirigir até minha casa.
Pensando melhor...acho que, realmente, dormi na festa, mas fiz o melhor que pude...
Missão cumprida :-)
Na academia, depois da série de exercícios, vi que o relógio marcava 20:30, alonguei e fui correndo para casa me arrumar para a festa dos destaques dos esportes do ano, marcada para as 21 horas.
Cheguei na festa e logo na entrada, vi duas minas maravilhosas, oferecendo alguma coisa para os convidados, e ao passar, uma delas perguntou, com a cerimônia de um funcionário de repartição pública: "o senhor aceita uma taça de champagne Salton?". Quase que perdi a vontade, mas como era grátis...
Meio sem jeito, lutando contra a timidez, com a taça de champagne Salton, entrei no salão do clube, que é muito grande e demorei bastante até achar a mesa dos colegas da equipe de natação.
A festa era muito rica em merchandising (acho que é assim que se escreve), pois até um Citroen C3 estava em exposição na entrada. Havia também uma bóia, uma bike indoor e outras bugigangas, que acho que ninguém ligava. Com exceção do C3, óbvio!
O banner do fundo da festa tinha dúzias de empresas patrocinando. É o tipo de negócio que para quem é festeiro rende um bom dinheiro, levando-se em conta o número de patrocinadores. Imagina, o sujeito promove a festa, se diverte e ganha dinheiro!
Logo começou a cerimônia. Havia prêmios para esporte de tudo quanto era gosto. Desde o destaque "arrancadão de tração dianteira" para todo magrão que gosta de turbinar a caranga; passando pelo destaque da pesca, para os mais sossegados; e destaque jogo de damas para os velhinhos da praça da prefeitura.
Não demorou muito para a minha colega da natação receber o prêmio. Merecido por sinal! Trata-se de uma mãe de dois filhos adolescentes, profissional autônoma e influenciada pela filhota que estuda educação física, passou a nadar, primeiro por brincadeira e depois arranjou tempo para treinar sério e virar uma nadadora de elite! Falei pro filho dela: tens uma supermãe!
Depois, os discursos tomaram um rumo do tipo: "fulano foi...", "beltrano era...", "na década de 60 ciclano foi...", "agora o prêmio vai ser entregue pelo ex-jogador...".
Lá pelas tantas, eu ouvia o promoter da festa dizer "obrigado", "obrigado pessoal" e achava que a festa estava terminando, mas não, era para dispensar os homenageados e chamar os próximos...
Perto das 2 horas, vi o pessoal da mesa se levantar, tiramos fotos, nos despedimos e foi a hora de ir embora.
Felizmente, caia uma chuva enquanto eu caminhava para o carro, o que me deu mais vigor para dirigir até minha casa.
Pensando melhor...acho que, realmente, dormi na festa, mas fiz o melhor que pude...
Missão cumprida :-)
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Será que tenho que ir mesmo?
Por exemplo, nunca imaginei que um dia iria participar de uma festa anual dos destaques esportivos da cidade.
Não sou homenageado, mas vou ir para prestigiar uma colega da equipe de natação que vai receber a homenagem. Se não fosse por ela e pela equipe, óbvio que não tirava meus pés de casa de jeito nenhum! Principalmente pelo fato de não gostar muito de sair à noite.
Mas afinal, é fim de ano! Algumas regras podem ser quebradas, observando a ética de Aristóteles hehehe
Fato curioso, é que o promoter deste evento, lá pelo ano de 2005, fez um pedido administrativo de patrocínio à Prefeitura. O pedido foi indeferido por mim. São os ossos do ofício, pois não havia interesse público na despesa. Acho que a função de funcionário nem sempre é compreendida.
Assim, tenho a impressão que vou testar a popularidade deste blog hoje.
Se eu chegar mais cedo em casa, já sabem por quê! :-)
Bueno, hora dos meus 10km...
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Reforço na natação
Há dois meses atrás, um diretor teimoso do clube embestou em não querer emprestar o material do clube para a equipe master de natação. Depois de muito bate-boca, xingamentos e berreiro generalizado, o clube voltou atrás e liberou o material.
No início da semana, fui comprar uma bomba para encher o pneu da bike e, de surpresa, encontrei na loja um monte de equipamento de treino para natação.
Resolvi comprar o material para usá-lo no caso do diretor turrão mudar de idéia.
Todo o material é da Speedo. Gostei muito da prancha (vê-se embaixo). Contudo, não gostei do flutuador da Speedo. Embora o encaixe dele seja muito bom por causa do formato anatômico, ele não ajuda em quase nada na flutuação. O palmar ainda não testei. Ainda tinha um macaquinho de natação/triathlon da Speedo na loja. Hmmm com o décimo 13º bombando...heheheh. Para ver!
No início da semana, fui comprar uma bomba para encher o pneu da bike e, de surpresa, encontrei na loja um monte de equipamento de treino para natação.
Resolvi comprar o material para usá-lo no caso do diretor turrão mudar de idéia.
Todo o material é da Speedo. Gostei muito da prancha (vê-se embaixo). Contudo, não gostei do flutuador da Speedo. Embora o encaixe dele seja muito bom por causa do formato anatômico, ele não ajuda em quase nada na flutuação. O palmar ainda não testei. Ainda tinha um macaquinho de natação/triathlon da Speedo na loja. Hmmm com o décimo 13º bombando...heheheh. Para ver!
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Ética do atleta no final de ano
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
O fantástico Sr. Takarada
Se você está na parte sofrida dos últimos 25 metros da natação e aparece aquela vontade de desistir, lembre-se de uma coisa: pelo menos você tem os dois braços. E isto é um bom começo.
Infelizmente, não é o caso do Sr. Osamu Takarada, que não obstante sua deficiência física, é um nadador competitivo no nado peito e borboleta que concorre na categoria 65 anos.
Quando vi o Sr. Takarada no Campeonato Gaúcho Master de Natação, achava que seu forte se resumia à largada e à virada, coisas essenciais numa prova de curta distância. Mas estava errado. Além de largar e virar muito bem, ele também é muito forte na braçada.
Como prova, aí está o vídeo dos 100 metros/borboleta, em que nos últimos 50 metros, o Sr. Takarada abriu tanto em relação aos concorrentes que nem os vemos na imagem. Na chegada, o Sr. Takarada foi ovacionado pela galera. Ele merece :-)
domingo, 7 de dezembro de 2008
Uma relação de amor e ódio
Tirei a Marieta da garagem. Marieta é o nome da minha bike. Ela é uma Caloi 10 cinza e branco, mas pegou tanto pó no inverno que agora está mais para preta que qualquer outra cor.
Hoje pedalei (rápido) com a Marieta na praia do Laranjal durante 30 minutos.
Cheguei lá e para o meu desgosto tinha muito mais gente que eu pensava. Dava para pedalar, mas teria que redobrar a atenção com pedestres, crianças, carros, ciclistas, aviões caindo...
Falando em atenção, isto é o que dá o maior prazer em pilotar uma bike, principalmente rápido, porque nada me faz pensar em outra coisa no mundo senão na pedalada. Minha cabeça é uma verdadeira viagem e tenho os pensamentos mais longínquos quando estou correndo ou nadando. Mas isso não acontece quando estou pedalando, pois tenho idéia fixa naquilo que estou fazendo, uma vez que qualquer bobagem que se faz numa bike...é uma baita confusão na certa! Claro que por mim eu me garanto, mas pelos outros...
Por outro lado, cansei de ler notícias de acidentes que acontecem com ciclistas e isso não é coisa exclusiva de terceiro mundo, que vivem dizendo que aqui o pessoal não respeita, que os motoristas são imprudentes, blah, blah, blah, já que leio com freqüencia sobre ciclistas que tiveram a mesma sorte na Europa, Estados Unidos e o mundo afora.
No treino de hoje eu vinha rápido pela avenida principal da praia e um tiozinho, com jeitão "não-tô-nem-aí", atravessou a rua lendo o jornal, não olhou para os lados, desceu a calçada e se atravessou na minha frente. Só deu tempo para freiar, gritar "oooopa!", e ele, felizmente, deu um passo para trás e subiu na calçada de novo. Tudo aconteceu em menos de um segundo!
Isto me fez pensar que depois do triathlon de janeiro, a melhor coisa a fazer é guardar a bike, tirar férias e recomeçar a temporada com treino forte de natação e continuar a correr.
Gosto da Marieta, mas durante o ano é melhor deixá-la na garagem para não dar confusão!
A foto aí do lado foi no inverno, num passeio romântico com ela pelo interior :-)
Hoje pedalei (rápido) com a Marieta na praia do Laranjal durante 30 minutos.
Cheguei lá e para o meu desgosto tinha muito mais gente que eu pensava. Dava para pedalar, mas teria que redobrar a atenção com pedestres, crianças, carros, ciclistas, aviões caindo...
Falando em atenção, isto é o que dá o maior prazer em pilotar uma bike, principalmente rápido, porque nada me faz pensar em outra coisa no mundo senão na pedalada. Minha cabeça é uma verdadeira viagem e tenho os pensamentos mais longínquos quando estou correndo ou nadando. Mas isso não acontece quando estou pedalando, pois tenho idéia fixa naquilo que estou fazendo, uma vez que qualquer bobagem que se faz numa bike...é uma baita confusão na certa! Claro que por mim eu me garanto, mas pelos outros...
Por outro lado, cansei de ler notícias de acidentes que acontecem com ciclistas e isso não é coisa exclusiva de terceiro mundo, que vivem dizendo que aqui o pessoal não respeita, que os motoristas são imprudentes, blah, blah, blah, já que leio com freqüencia sobre ciclistas que tiveram a mesma sorte na Europa, Estados Unidos e o mundo afora.
No treino de hoje eu vinha rápido pela avenida principal da praia e um tiozinho, com jeitão "não-tô-nem-aí", atravessou a rua lendo o jornal, não olhou para os lados, desceu a calçada e se atravessou na minha frente. Só deu tempo para freiar, gritar "oooopa!", e ele, felizmente, deu um passo para trás e subiu na calçada de novo. Tudo aconteceu em menos de um segundo!
Isto me fez pensar que depois do triathlon de janeiro, a melhor coisa a fazer é guardar a bike, tirar férias e recomeçar a temporada com treino forte de natação e continuar a correr.
Gosto da Marieta, mas durante o ano é melhor deixá-la na garagem para não dar confusão!
A foto aí do lado foi no inverno, num passeio romântico com ela pelo interior :-)
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